Pontos Turísticos

 

Pontos turísticos de São Luís

 

1. Palácio dos Leões

Localizado na avenida D. Pedro II e atual sede do governo, o Palácio dos Leões é a antiga Fortaleza de São Luís, erguida pelos franceses em 1612. A construção, que foi transformada em palácio em 1615, possui salas decoradas com objetos originados da França e pertencentes aos séculos XVIII e XIX, além de relíquias que pertenceram a família Imperial, como o retrato de Dom Pedro I que enfeita o salão nobre.

Construída no século 17 pelos franceses, a obra passou por diversos nomes, reformas e modificações, chegando ao atual palácio ampliado e de grande importância, concebido após as modificações do governo Magalhães de Almeida (1926 - 1929).

Endereço: Avenida D. Pedro II, Praia Grande.

 palácio


2. Fonte do Ribeirão

Tombada pelo Governo Federal em 1950, a Fonte do Ribeirão resiste ao tempo e se afirma como um dos mais importantes símbolos afetivos da cidade de São Luís. Ocupando um ponto privilegiado na geografia do Centro Histórico, a Fonte do Ribeirão foi construída há quase 200 anos, por Fernando Antônio de Noronha que, no final do século 18, sucedeu a Leite de Foyos no governo da província.

Endereço: Rua do Ribeirão, Centro.

 


3. Fonte das Pedras

A Fonte das Pedras foi construída pelos holandeses no século XVII, mas a atual fachada de estilo colonial português é datada de 1832. É tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1963 e há um antigo portão que protege a entrada. A água jorra de carrancas esculpidas em pedra lioz. O local tem importância histórica para a cidade. Foi ali que a tropa liderada pelo comandante português Jerônimo de Albuquerque acampou antes da luta contra os franceses, que eram presididos por La Ravardière, em 1615. Anos depois, em 1641, a água da Fonte das Pedras foi canalizada pelos invasores holandeses, antes deles serem expulsos.

Endereço: Rua da Inveja, Centro.

 


4. Fonte do Bispo

Século XII elemento de notável mérito histórico, tem seu nome originado em fato público de 1699, onde por divergência entreo o Bispo D. Frei Timóteo do Sacramento e o Governador do Pará, representado pelo Ouvidor Geral Mateus Dias da Costa, foi decretada a prisão domiciliar para o Bispo, em seu palácio, e este, sem poder receber visitas e renovar os meios de sobrevivência alimentar, rompeu o cerco e,de vasilha em punho foi apanhar água nessa fonte próxima à sua residência. Deu-se então o nome de Fonte do Bispo a essa nascente, que foi construída em pedra jacaré e tem sua porta revestida de cantaria. Sitiado em seu palácio, por ordem do governo da Provincia O Bispo D. Timóteo do Sacramento nela se abastecia.

Endereço: Rua do Bispo, Centro

 

5. Praça Gonçalves Dias

Localizada no fim da Rua Rio Branco, a Praça Gonçalves Dias fica situada num terreno pertencente à Ordem de São Francisco. Conhecida também como Largo dos Amores ou dos Remédios, ela abriga o monumento do poeta romântico Gonçalves Dias, que teve sua pedra fundamental lançada em 1872 e foi inaugurado em 1873.

Em volta da praça, é possível observar belos sobrados e a Igreja dos Remédios, com suas linhas góticas. É de lá, ainda, que se tem a vista de pôr-do-sol mais bonita na Baía de São Marcos.

Endereço: Praça Gonçalves Dias.

 


6. Igreja da Sé

É a catedral do Estado e seu altar-mor é tombado pelo Patrimônio Histórico. Foi construída pelos jesuítas no ano de 1762 em homenagem a Nossa Senhora da Vitória que, de acordo com a história, a Santa apareceu, na Batalha de Guaxenduba, para proteger os portugueses, que estavam em minoria, e lutavam para expulsar os franceses das terras maranhenses. Seu altar-mor é talhado em ouro

Endereço: Praça Dom Pedro II, Praia Grande.

 


7. Museu Histórico e Artístico do Maranhão

O Museu Histórico e Artístico do Maranhão - MHAM, instalado na rua do Sol, nº 302, Centro, foi inaugurado em 1973. O local onde se encontra foi construído em 1836 para servir de moradia a família Gomes da Silva. O acervo do museu é constituído de peças dos séculos XIX e XX, como porcelanas, quadros e mobílias.

O circuito permanente reconstitui alguns ambientes de uma casa de época, na transição dos séculos XIX e XX, onde as peças são mostradas de forma didática, de modo que o público possa ver o acervo contextualizado dentro dos usos e costumes de um período histórico. O MHAM dispõe de completo sistema de informatização, teatro e galerias climatizados. Funciona das terças às sextas, das 9:00 às 19:00 horas.

Endereço: Rua do Sol 302, Centro.

 


8. Teatro Artur Azevedo

Segundo teatro mais antigo do Brasil, foi fundado com o nome de Teatro da União por dois comerciantes portugueses em 1817. No projeto original, o teatro se estenderia até o Largo do Carmo, mas acabou reduzido por um veto da Igreja. Baseado no chamado teatro de plateia italiano, em formato ferradura, apenas em 1922 ganhou o nome atual. Funcionou como cinema entre 1940 e 1966 e, abandonado, acabou em ruínas. Em 1989, quando apenas a fachada original ainda resistia, foi demolido e reconstruído de acordo como o projeto original. Atualmente tem capacidade para 750 espectadores, distribuídos por quatro andares. Os espetáculos são gravados por um circuito profissional de vídeo instalado no teatro e retransmitidos pela TV Senado.

Endereço: Rua do Sol 180, Centro.

 


9. Igreja do Carmo

À Igreja e ao Convento de Nossa Senhora do Carmo ligam-se diversos episódios da história maranhense, sendo o principal deles, o da expulsão dos holandeses, em 1643. Batidos no interior, os prepostos de Nassau pretendiam organizar a resistência em São Luís, mas tiveram no Convento do Carmo a inexpugnável fortaleza donde partiram decisivos bombardeios contra o Forte de São Filipe e onde os combatentes portugueses e os nativos encontraram abrigo, sustento, armas e munições. Ferido em combate, aí faleceu o bravo Antônio Muniz Barreiros Filho, ex-capitão-mor do Maranhão. Mas a firmeza dos carmelitas, sua assistência aos feridos, seu conforto espiritual e suas palavras de encorajamento muito contribuíram para que o líder morto tivesse no sargento-mor Antônio Teixeira de Melo o indispensável sucessor no comando de uma campanha, em que houve muita determinação e bravura. Os atuais Convento e Igreja do Carmo têm muito pouco da construção original, a começar pela fachada que, tudo indica, não ser a primitiva e que revestiram de azulejos em 1866.O convento, principalmente, sofreu modificações descaracterizadoras que lhe impuseram seus novos ocupantes e proprietários, os capuchinhos. Por exigências do plano urbanístico em execução, a Igreja e o Convento do Carmo sofreram diversas modificações, como o corte das sapatas e do calçadão saliente que davam para a Rua da Paz. Essa demolição, prevista desde 1902, foi realizada em 1932. De data posterior é a redução do adro, cuja escadaria fronteira foi substituída pelas laterais.

Endereço: Praça João Lisboa, Centro.

 


10. Casa das Tulhas

A "Casa das Tulhas" foi construída em 1820 com a finalidade de ser um espaço onde os lavradores pudessem guardar suas mercadorias e vendê-las pelo melhor preço. Em 1859, sob licença da Câmara de São Luís, a Companhia Confiança Maranhense assumiu a responsabilidade de retirar seus escombros para, em seu lugar, construir a atual Feira da Praia Grande. Circundado por casas comerciais, na parte externa, a Feira tem quatro entradas, sendo que na principal, se pode ver, ao centro da bandeira de ferro aberta em arco, as iniciais CM, alusivas à Confiança Maranhense e, logo abaixo, a data 1861, talvez alusiva ao ano da conclusão.

Este mercado, localizado na rua da Estrela, é ótimo para comprar comidas típicas e artesanato local. Lá os visitantes encontram doces, licores, cachaças, panelas e outros objetos. As sextas-feiras, os visitantes também podem assistir à apresentação de um grupo de dança maranhense.

Endereço: Rua da Estrela, Praia Grande.

 


11. Convento das Mercês

Construído em 1654 e inaugurado pelo padre Antônio Vieira, aqui funcionava a sede do antigo Convento da Ordem dos Mercedários. Hoje é a Fundação da Memória Republicana (Fundação José Sarney), que reúne obras únicas da história do país, relíquias do tempo de presidência do maranhense José Sarney, presentes oferecidos por outros presidentes, além de um museu que conta sua trajetória de vida.

Endereço: Rua da Palma 502, Praia Grande.

 


12. Igreja do Desterro

Atualmente, abriga um museu de Artes Sacras. É a mais antiga igreja da cidade e o único prédio histórico do Brasil que ainda tem traços da arquitetura bizantina.

Ignora-se a data da edificação da primeira igreja, anterior a 1641, humilde e recoberta de palha, fora da cidade, de frente para a praia. Foi profanado em 1641 pelos holandeses de Lichthardt, que aportaram as suas 18 naus, fazendo-as ancorar na enseada defronte da ermida, atirando-se ao saque da cidade indefesa. Na pilhagem cometeram o sacrilégio de despedaçar a imagem de Nossa Senhora do Desterro, orago da ermida. Ficou muito tempo em terra, sem aparecer quem se animasse a reedificá-la, quando, em 1832, apareceu José de Lê, um preto que morava perto, muito devoto de São José, o qual deu início à construção do novo templo.

Passou por inúmeras dificuldades, porém não se deixou abater pelo desânimo. Auxiliado por outros devotos, trabalhou muito, poupando o que podia, indo ao mato cortar madeira, buscar barro, pedra e cal, até que a morte o surpreendeu. Foi substituído por José Antônio Furtado do Queixo, que pôde concluí-la em 1863. Com a morte de Furtado, a Irmandade de Nossa Senhora do Desterro entregou-se ao mais criminoso desleixo, sendo roubados e perdidos os objetos de prata e ouro, que formavam o mais precioso acervo de São Luís. Devido ao perigo que as ruínas ofereciam, a Câmara Municipal, em 1865, roga ao Bispo autorização para fazer naquele local uma praça e um mercado de peixe. César Marques protesta, rememorando o valor histórico do templo e insistiu tanto na sua defesa, que o assunto foi estudado e, logo depois, uma comissão foi organizada para empreender a reedificação da igreja. Em 1954, estando esse tradicional templo em estado precário de conservação, a diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional toma a iniciativa de realizar obras de consolidação e preservação, mandando proceder à restauração.

Endereço: Largo do Desterro, Desterro.

 

 

 


13. Casa do Maranhão

Funciona no Prédio da Alfândega e é um museu folclórico.

É um espaço que guarda um pouco das preciosidades das festas maranhenses. Foi criado em 2002 para mostrar a cultura do Bumba-meu-boi. A Casa faz parte do projeto Reviver, idealizado na década de 70, que visa a restaurar o Centro Histórico de São Luís e preservar assim construções da época do Império, além de transformar alguns prédios em museus que contam por meio de artesanatos, imagens, bonecos, esculturas, quadros a riqueza cultural do Estado.

Endereço: Rua do Trapiche, Praia Grande.

 


14. Casa de Nhôzinho

O museu está instalado em um dos mais imponentes prédios coloniais do Centro Histórico, com quatro andares e fachada recoberta de azulejos. O nome do espaço é uma homenagem ao artesão maranhense que, ao longo da vida, confeccionou brinquedos e figuras do folclore em buriti. No acervo da casa estão inúmeras obras de Nhozinho, com destaque para as delicadas miniaturas de personagens do Bumba-Meu-Boi. Também estão expostos objetos e artefatos do cotidiano regional, como pilões, carro de boi, utensílios de pesca e artesanato indígena. Aproveite as visitas guiadas para conhecer em detalhes cada um dos pavimentos.

Endereço: Rua Portugal 185, Praia Grande.

 


15. Centro de Criatividade Odylo Costa Filho

Tem sua origem no antigo Centro de Artes e Comunicações Visuais - CENARTE, criado pela Lei nº 4.102, de 06 de novembro de 1979. No final da década de 80, sofreu intensa reforma, sendo então aparelhado com teatro, (denominado, atualmente, de Alcione Nazaré), além de cinema, com 120 assentos. Por força regimental, tem o objetivo de promover a produção e a difusão artística do Estado, nas mais diversas formas de expressão, passando pela música, dança, artes plásticas, literatura e artes visuais em geral. Está localizado no Bairro da Praia Grande, zona histórica de São Luís, ocupando espaço, onde outrora funcionavam tradicionais casas comerciais atacadistas. Foi recentemente reformado e dotado de moderno sistema de climatização. Esta à disposição dos usuários nos horários matutino e vespertino, oferecendo cursos e oficinas nos mais diversos campos das artes, enquanto suas casas de espetáculo, o cinema e o teatro, realizam sessões no horário noturno.

Endereço: Rua Santo Antônio 161,Centro

 


16. Lagoa da Jansen

Lago ou laguna mais famosa da cidade, destaca-se pela infra-estrutura adaptada à prática de esportes e pela noite agitada e animada, contendo uma grande quantidade de bares e restaurantes para todos os tipos e gostos.

É banhada pelas águas da baía de São Marcos e do Oceano Atlântico e aquecida pelo sol o ano inteiro, privilégio de uma cidade localizada dois graus ao sul da linha do Equador. O calor é amenizado pela brisa do mar e por um período chuvoso que se estende de janeiro a julho, sempre intercalado por dias de sol. Esse conjunto de fatores geográficos e climáticos garante banhos de sol e de mar o ano todo.

Endereço: Rua dos Narcisos, Renascença.

 


17. Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho

Os embriões do Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho foram o Museu do Folclore e Arte Popular e a Biblioteca do Folclore, criados no ano de 1971, mas somente instalados em 1976, passando a funcionar inicialmente na Rua do Ribeirão e depois na Rua de Nazaré. Em 1977, ocorreu a mudança para a Rua do Giz, ocupando, primeiramente, a casa de nº 205. Em maio de 1982, foi finalmente inaugurado, no sobrado de três pavimentos, do século XIX, nº 221, como Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, uma justa homenagem ao grande escritor maranhense.

Atualmente, o órgão abriga na casa de nº 205 a sua parte administrativa, enquanto a sua área de exposição está localizada no sobrado de nº 221, da referida Rua do Giz. Este circuito de exposição tem como entrada a Galeria Zelinda Lima, destinada às mostras do conjunto de coleções temáticas como: danças e folguedos (bumba-meu-boi, tambor de crioula, tambor de taboca, dança do lelê, tambaê de caixa, cacuriá, dança do coco, carnaval, careta-reisado da cidade de Caxias); religiosidade (tambor de mina, festa do Divino Espírito Santo, ex-votos, santos, presépios); cultura material indígena; artesanato; brinquedos populares; reciclados,além de coleções adjuntas como as de Domingos Vieira Filho, Nhozinho, João do Farol, Vítor Gonçalves, João Cupertino e da Colônia Nina Rodrigues. Conta, ainda, com uma pinacoteca, um auditório, uma loja de artefatos populares, uma biblioteca e uma oficina de conservação e restauração. O CCPDVF desenvolve, também, atividades de apoio material aos grupos folclóricos regionais e aos grupos de pesquisa e ensino no campo da cultura popular.

Endereço: Rua do Giz 221, Praia Grande.

 


18. Cais da Sagração (Rampa Campos Melo)

Até o início da construção do Porto do Itaqui na década de 1960, foi o principal porto da cidade de São Luís. Foi construído no início da década de 1860 em alvenaria e no projeto original, iria até o Convento das Mercês, mas por falta de recursos, foi limitado a onde hoje fica o cais da Praia Grande. O cais se estende até próximo à Praça Maria Aragão.

Grande extensão de muralhas de avultada espessura, construída em alvenaria de pedra e reboco, que se estende desde a Praia do Caju até a Rampa do Palácio. É interrompida por três rampas: Praia do Caju, das Palmeiras e, logo após, o Baluarte de São Cosme. Os muros são dotados de bancos embutidos. Em toda a sua extensão é circundado pela Av. Jaime Tavares, em belo trecho com arborização de coqueiros. As duas meias-laranjas correspondentes aos baluartes de São Cosme e São Damião do Castelo, ao lado do Palácio dos Leões, vêm quebrar seu sentido retilíneo. O monumento da Pedra da Memória e o Coreto da Praia Grande estão nesse percusso. A construção do Cais teve como objetivo evitar a escavação e o desmoronamento do baluarte, facilitar a comunicação entre a Praia Grande e as ruas que terminam no mar, acabar com o pântano, que existia desde o Baluarte até os Remédios e, por fim, dar melhor estética à vista da cidade. Foi projetado sob interesses do capitão general D. Diogo de Sousa, Conde do Rio Pardo. O escritor maranhense Josué Montello imortalizou-o no romance Cais da Sagração, em que exalta a figura do Mestre Severino.

Endereço: Avenida Beira-Mar, Praia Grande.

 


19. Museu de Artes Visuais

O Museu de Artes Visuais - MAV - está situado na Rua Portugal, nº 237, Praia Grande, ocupando sobrado de fachada revestida de azulejos portugueses. Internamente é ligado a um prédio da Rua da Estrela, onde estão instaladas uma pequena biblioteca e a Galeria Nagy Lajos. Do circuito de exposição permanente, na Rua Portugal, constam objetos de artes plásticas como quadros, esculturas, gravuras, desenhos e pinturas, rótulos antigos e exemplares de azulejos do séculos XVIII, XIX e XX, de origem portuguesa, francesa e alemã. Um de seus destaques é a coleção de gravuras do escritor Arthur Azevedo.

Endereço: Rua Portugal, Praia Grande.

 


Pontos turísticos próximos ao Terminal da Praia Grande:

 

Próximos ao Reviver

Palácio dos Leões

Casa das Tulhas

Convento das Mercês

Igreja do Desterro

Casa do Maranhão

Casa do Nhôzinho

Centro de Criatividade Odylo Costa

Cais da Sagração

Museu de Artes Visuais

O Reviver está localizado em frente ao Terminal da Praia Grande, ao lado do Viva Cidadão.


 

Localizados no Centro Histórico

Fonte do Ribeirão

Fonte das Pedras

Praça Gonçalves Dias

Museu Histórico e Artístico do Maranhão

Teatro Arthur Azevedo

Teatro João Lisboa

Igreja do Carmo

Igreja da Sé

A maioria dos ônibus que vão para o terminal passa no Centro Histórico.

 

 

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